Consumo excessivo de álcool pode afetar a audição

Estudos indicaram que o alcoolismo pode acarretar em problemas auditivos


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De acordo com estudos realizados por especialistas durante alguns anos, constatou-se que o uso excessivo de álcool pode estar diretamente ligado ao aparelho vestibular. Esse mesmo aparelho, é composto por duas funções: cóclea – que é inteiramente responsável pela audição – e o labirinto, que tem como propriedade principal o equilíbrio do corpo humano.


Sabe-se que o álcool tem componentes em sua fórmula capazes de alterar diversas funções dos seres humanos. Quando aplicado ao organismo, é capaz de causar complicações como diminuir a comunicação do indivíduo fazendo com que fique confuso; impedir que o canal auditivo possa identificar e reagir a ruídos ao seu redor, modificar a forma com que as pessoas se equilibram e alterar os sentidos criando uma combustão de desordem no corpo humano.

O fator que mais se agrava quando ingerido álcool é o equilíbrio que pode causar tonturas e náuseas. Além disso, o aparelho vestibular é comprometido e consequentemente o canal auditivo, visto que o corpo para de reagir à sons externos e não consegue manter um padrão normal de funcionamento.

Quando ingerido em grandes quantidades e com determinada frequência, o álcool tem a capacidade de alterar as funções normativas do cérebro, podendo ocorrer danos irreversíveis como a perda total da audição.

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Problemas durante a gravidez

Não é novidade para a maioria da população que os médicos recomendam que não sejam utilizados drogas e álcool durante o período gestacional, pois como os nutrientes são repassados diretamente para o feto, o mesmo pode ser duramente afetado.

Uma pesquisa de especialistas do Japão, constatou que o uso de álcool durante o período de gestação pode causar deficiência auditiva no feto. A análise concluiu que bebês expostos às toxinas do álcool antes de nascerem tinham mais chances de desenvolverem problemas auditivos futuramente. Em alguns casos, já nascer com a patologia.

Além disso, é possível que a gestante desenvolva a Síndrome do Alcoolismo Fetal, capaz de alterar os sistemas principais do organismo do feto, modificar as feições naturais do bebê e criar um declínio no desenvolvimento padrão da criança.

Outros grupos classificados no grupo das substâncias tóxicas, como ingerir fumaça de cigarro ou o simples ato de fumar, também podem gerar danos irreversíveis para o bebê.

Alcoolismo é inimigo do corpo

Todo componente ingerido de maneira excessiva, tem o poder de viciar o organismo. O uso de substâncias nocivas ao organismo tem a capacidade não apenas de alterar o equilíbrio do corpo humano, mas toda a sua estrutura.

Algumas complicações podem ser mais severas, como o surgimento de problemas no fígado, alteração do sistema digestivo causando doenças gastrointestinais, pancreatite, alteração das plaquetas sanguíneas causadoras da anemia e o câncer.

O abuso dessa substância pode ser fatal e sempre será necessária uma intervenção clínica para que a pessoa tenha um diagnóstico concreto do vício. Nunca é tarde para mudar velhos hábitos – principalmente os mais perigosos – para poder viver uma vida mais saudável e feliz.