Conectividade e formatos dos aparelhos auditivos

Os aparelhos auditivos estão disponíveis com recursos avançados


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Foi-se o tempo em que as pessoas tinham motivos para se envergonhar de usar aparelhos auditivos. Antigamente, os dispositivos eram grandes, não passavam despercebidos e ainda tinham algumas limitações na amplificação. Mas, graças aos avanços da tecnologia, os aparelhos auditivos tornaram-se cada vez menores e mais potentes, unindo saúde, bem-estar, beleza e funcionalidade.

Tudo isso já facilita a vida de milhões de pessoas e pode ajudar ainda mais. Para ter uma noção de como a tecnologia dos aparelhos auditivos faz a diferença para muitas pessoas, basta observar algumas estatísticas.


Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), existem aproximadamente 360 milhões de pessoas com perda auditiva incapacitante. No Brasil, os problemas auditivos atingem cerca de 9,7 milhões de pessoas. Isso equivale a mais de 5% da população, de acordo com as estimativas do IBGE.

E não pense que a perda auditiva atinge apenas os idosos. Na verdade, qualquer pessoa pode sofrer com o problema, sendo que é cada vez mais comuns que os jovens apresentem problemas auditivos. O principal motivo é a exposição excessiva a altos ruídos, como em fones de ouvido e eventos. Clique aqui para saber mais sobre a Perda Auditiva induzida por Ruído!

Dito isso, todas as pessoas podem se beneficiar da tecnologia dos aparelhos auditivos, seja para melhorar a qualidade do som ou conectar com outros dispositivos, por exemplo.

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Tecnologia e recursos avançados dos aparelhos auditivos

Os aparelhos auditivos podem ter uma tecnologia avançada ou básica, dependendo do nível de sofisticação do processador. Mas, de maneira geral, quanto mais tecnológico, maior a quantidade de recursos para se comunicar em situações diferentes. Alguns dos recursos avançados que você pode encontrar nos aparelhos auditivos são:

Conectividade via Bluetooth

Em um mundo cada vez mais conectado em smartphones e dispositivos portáteis, é de se esperar que muitos aparelhos auditivos tenham a tecnologia Bluetooth. Essa funcionalidade serve para melhorar a relação entre o sinal e os ruídos, além de eliminar o efeito de feedback do microfone.

Outra possibilidade que a conectividade via Bluetooth possibilita para os usuários de aparelhos auditivos é a transmissão de chamadas telefônicas ou reprodução de músicas, por exemplo. Tudo isso é feito diretamente do celular ou da TV para os aparelhos auditivos.

Inteligência artificial

Fazer ajustes manuais no aparelho auditivo sempre que mudar de ambiente já não é necessário. Alguns modelos são equipados com um tipo de inteligência artificial. Funciona mais ou menos assim: o aparelho “aprende” suas preferências para determinados tipos de ambientes e sons. Dessa forma, ele faz as alterações automaticamente e se adapta às necessidades auditivas daquele momento.

Aplicativos para smartphone

A tecnologia também integrou os aparelhos auditivos com os smartphones a partir de aplicativos. Com isso, é possível fazer ajustes por conta própria, alterar as configurações do dispositivo, monitorar a duração da bateria, dentre outras funcionalidades. Basicamente, o aplicativo funciona como um controle remoto para os aparelhos auditivos.

Tudo isso com a praticidade de usar um aplicativo direto da palma da mão. Essa é uma tecnologia relativamente nova, mas os fabricantes de aparelhos auditivos estão apostando em trazer novos produtos e aplicativos para o mercado.

Terapia sonora

O zumbido no ouvido é um problema bastante comum, tanto em pessoas com a audição normal quanto em quem sofre com perda da audição. Apesar de não existir cura para o problema auditivo, existem formas de amenizar o incômodo.

Uma possibilidade de gerenciar o ruído é com a tecnologia avançada de alguns aparelhos auditivos. Eles possuem recursos que mascaram o zumbido. Dessa forma, um audiologista ou outro profissional de saúde auditiva pode programar o dispositivo para emitir sons que disfarçam o zumbido.

Designs discretos e elegantes

Mas o funcionamento dos aparelhos auditivos não foi o único beneficiado com o avanço da tecnologia. O design dos dispositivos também evoluiu bastante ao longo das últimas décadas.

Os primeiros tipos de aparelhos auditivos não passavam despercebidos. Eram trombetas auditivas enormes. Com o tempo, os fabricantes criaram modelos relativamente menores que eram colocados na parte externa da orelha. Ainda assim, os aparelhos eram incômodos e nada discretos.

Muita coisa mudou até os dias atuais. Agora, os aparelhos auditivos são cada vez menores, como é o caso dos dispositivos internos intra canal (ITC e mini-ITC) e micro canal (CIC). Eles são bem discretos e praticamente invisíveis.

Porém, o tamanho reduzido faz com que os aparelhos tenham algumas limitações. Logo, os modelos internos não resolvem com eficiência os casos de perda auditiva grave ou profunda. Nesses casos, os modelos atrás da orelha (BTE) são os mais indicados.

Apesar de um pouco maiores, os aparelhos auditivos colocados atrás da orelha estão cada vez menores e mais elegantes. Então, isso significa que não é necessário abrir mão da aparência pela funcionalidade.

Luxo ou necessidade?

Você deve estar se perguntando quais são os benefícios reais de tantos recursos avançados. Será que eles são realmente necessários ou são apenas um luxo? Bem, a resposta é: DEPENDE.

Para responder é preciso considerar, primeiramente, o seu estilo de vida. Afinal, uma pessoa que frequenta locais agitados com muito barulho, como restaurantes, bares e eventos, precisa ter um maior controle sobre o ruído de fundo. Já uma pessoa que não tem muita familiaridade com a tecnologia, pode sentir dificuldade para manusear e ajustar um aparelho muito pequeno ou com recursos muito avançados.

O grau de perda auditiva também é outro fator a ser considerado na escolha do modelo e tecnologia do aparelho. Os dispositivos menores, por exemplo, são bem confortáveis e discretos. Porém, podem não ser compatíveis com perdas auditivas mais graves. Da mesma forma, alguns modelos têm a qualidade do áudio mais clara, mas podem ser mais delicados e danificados com mais facilidade.

Por isso, não existe um modelo certo ou errado. Da mesma forma que não existe um recurso melhor do que o outro. O que você pode (e deve) fazer é aproveitar tanta tecnologia para facilitar a sua vida além da audição.

Para saber mais sobre os aparelhos auditivos que atendem às suas necessidades, entre em contato com um especialista em saúde da Direito de Ouvir. Assim, você conhece todos os recursos disponíveis, como eles podem ajudar a resolver seus problemas auditivos e proporcionar uma melhor qualidade de vida.