Por Direito de Ouvir

11 de fevereiro de 2021

Qualidade de Vida na Terceira Idade

É comum as pessoas serem mais propensas a perderem sua audição

11 de fevereiro de 2021


Pesquisas mostram que 300 milhões de pessoas no mundo todo já sofreram ou sofrem ainda hoje de depressão. Em sua grande maioria, essa doença é ocasionada por ansiedade, estresse e falta de convívio social. Esse último motivo é frequente em pessoas que sofre com a perda auditiva.

A audição está entre os sentidos mais importantes para o corpo humano, e essenciais do nosso dia a dia. Por isso, quando estamos com a saúde auditiva em seu perfeito estado, nossa comunicação se torna mais compreensível ao mundo externo.

Na terceira idade, é comum as pessoas serem mais propensas a perderem sua audição, sendo de grande importância se manter atento e observar que a falta de tratamento da perda auditiva pode levar ao agravamento ou surgimento de um quadro depressivo.

Com a dificuldade de ouvir os sons e de se comunicar, o idoso começa a ter um convívio social menor e acaba levando uma vida mais solitária, sentindo-se ignorado. O idoso tende a evitar reuniões familiares, encontro com amigos ou qualquer outro evento social, para não ter que passar por certas situações desagradáveis, o que contribui para o processo de depressão, ansiedade e até de demência.

Na maioria dos casos, a perda auditiva acontece por causa do envelhecimento, a hereditariedade e a exposição crônica a ruídos altos por um longo período de tempo.

A perda auditiva tem diversos sintomas, mas as principais queixas que chegam para os profissionais audiologistas são, a dificuldade que encontram em se comunicar pelo telefone, não conseguem ouvir o som da tv com nitidez ou entender quais palavras estão sendo ditas numa simples conversa. O zumbido, vertigem e tonturas são outros sintomas que podem estar acompanhados.
Fazer o uso do aparelho auditivo é a forma de tratamento mais indicada na maior parte dos casos. Ele restaura a habilidade de ouvir os sons com clareza, e permite que o idoso volte a se comunicar e a interagir socialmente, além de ajudar na preservação da audição ainda existente. Atualmente os aparelhos auditivos são desenvolvidos com tecnologia de ponta, além de serem pequenos, discretos e praticamente imperceptíveis. Isso facilita o processo de aceitação e adaptação do usuário.

O apoio familiar é de fundamental importância para entender e ajudar o idoso neste momento. O primeiro passo é avaliar se já existe perda na audição, no nosso consultório realizamos os Exames de Audiometria Tonal (avalia as respostas do paciente a sons) e Vocal (avalia a capacidade de compreensão da fala humana), procedimento onde será detectado a presença, o tipo e o grau da Perda Auditiva.

Com os exames em mãos, deve-se passar pelo Médico Otorrinolaringologista para que o mesmo indique o uso do Aparelho Auditivo. A seleção e adaptação do melhor Aparelho Auditivo será feito pelo Fonoaudiólogo. A intervenção precoce sempre é a melhor solução, por isso, caso apresente algum sintoma como esses que citei acima, o melhor a se fazer é procurar um fonoaudiólogo e um otorrinolaringologista imediatamente.

Giovanna Maia Fonoaudióloga / CRFa 6-7292

Faça uma consulta online: https://www.direitodeouvir.com.br/aparelho-auditivo-agendamento-de-consulta


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