Por Direito de Ouvir

19 de abril de 2021

Ouvir bem é fundamental!

Você já avaliou a sua audição?

19 de abril de 2021


Ouvir bem é fundamental para o bem-estar e autoestima do indivíduo. A saúde auditiva contribui para a nossa saúde global e ouvir bem nos faz estar presente em todos os momentos do convívio familiar, participando efetivamente de conversas, reuniões, sendo essencial para compreender filmes e músicas.

Como está a sua audição?

Ouvir a televisão em volume muito alto, ter que pedir para que as pessoas repitam o que disseram, ter zumbido, dificuldades para conversar ao telefone, isolamento social e depressão, podem ser alguns dos sintomas indicativos de perda auditiva.

A perda auditiva é mais comum na população idosa, porém o problema está cada vez mais presente em jovens, podendo aparecer desde o nascimento ou ser ocasionado por traumas acidentais, doenças infecciosas e também por exposição a níveis elevados de ruído, tanto no trabalho quanto no lazer – como sons automotivos e uso frequente de fones de ouvidos.

Se você sente dificuldades para ouvir, se irrita com sons muito altos, está evitando o convívio social por medo de não conseguir acompanhar uma conversa, é de fundamental importância passar por uma consulta com o profissional Fonoaudiólogo, pois ele irá solicitar exames auditivos a fim de descobrir se você tem ou não uma perda auditiva que está o incapacitando de ouvir.

Através do exame auditivo chamado Audiometria, podemos avaliar a capacidade para ouvir e interpretar sons. Com este exame, detectam-se as possíveis alterações auditivas, permitindo orientar o paciente sobre as medidas preventivas, tratamentos e encaminhamentos necessários, de acordo com cada caso.

A audiometria é um dos exames mais importantes para a seleção e indicação dos aparelhos auditivos. Perdas auditivas podem ter diferentes graus e configurações, podendo ser uma perda leve até uma profunda. Desta forma, identificando o grau podemos selecionar o melhor modelo de aparelho que atenda as expectativas do paciente.

Assim que detectada a perda auditiva, o paciente já se torna um candidato ao uso dos aparelhos auditivos. Para a indicação do melhor modelo serão levados em consideração alguns fatores além do grau da perda, tais como o estilo de vida do paciente, quais recursos tecnológicos ele almeja, destreza manual, ocorrência de problemas de ouvido médio como otites de repetição, dentre outros.

Aparelhos auditivos bem adaptados, respeitando as individualidades de cada paciente, trazem inúmeros benefícios para a vida e saúde.

Com o aparelho, o som é amplificado e chega até o cérebro, onde é interpretado. Dessa forma serão estimuladas áreas que há muito tempo estavam “adormecidas” pela ausência do som, fazendo com que o paciente volte a ouvir o que há muito tempo não ouvia.

Ouvindo e interagindo melhor com as pessoas ao seu redor, há uma melhora expressiva da qualidade de vida e o paciente retoma a confiança em conversar, atender ao telefone, assistir TV sem precisar aumentar o volume e várias outras situações do seu cotidiano.

Se você tem um familiar que apresenta algum indício de perda auditiva, encoraje-o a buscar ajuda profissional. Quanto antes detectado um problema e mais cedo começado o tratamento adequado, maiores são as chances de adaptação.

A vergonha e o receio em buscar ajuda não podem impedir ao tratamento adequado.

Ouvir bem é saúde, ouvir bem é qualidade de vida, ouvir bem é fundamental!

Faça um teste auditivo e saiba como está sua audição:
https://www.direitodeouvir.com.br/teste-auditivo/passo-1



 Fonoaudióloga Vanessa de Souza Gerez
CRFª: 8966


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