Síndrome de Wolfram e onde ela afeta?

A doença neurodegenerativa está ligada à alguns problemas de saúde


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A Síndrome de Wolfram possui uma ligação direta com alguns dos problemas de saúde enfrentados por quem possui algum grau de perda da audição, e prestar atenção neste ponto é fundamental para saber como lidar com a doença.

Pouco conhecida, ela afeta cerca de 1 a cada 100.000 pessoas, e por isso não se ouve tanto falar sobre, mas é fundamental ter a informação essencial para o cuidado que você possui com seu dia a dia.


Muitos casos quando acompanhados logo de início podem trazer muitos benefícios, principalmente no que diz respeito a controle da situação e também no manejo de seus sintomas na rotina de todos os envolvidos.

Certamente a falta de informação sobre a doença faz com que muitas pessoas recorram a métodos que não são indicados para curar a perda da audição, por exemplo, e podem agravar um quadro que poderia ser tratável.

Por isso é muito importante que um especialista possa avaliar o quadro, e se confirmada a Síndrome de Wolfram, o tratamento vai ser direcionado justamente para esse tipo de situação.

Somente com a informação correta você pode oferecer o melhor tratamento e reduzir o impacto que a doença tem, para que o paciente consiga desenvolver suas atividades normalmente durante o dia.

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O que é a Síndrome de Wolfram?

A síndrome de Wolfram é uma doença neurodegenerativa, ou seja, ela é progressiva e vai gerando muitos problemas nos nervos do sistema nervoso central e no sistema nervoso periférico, e por isso merece melhor a atenção de todos.

Quando não é detectada logo de início, ela vai agravando todos os sintomas, e isso pode evoluir a tal ponto que a pessoa perde totalmente a sua independência e a maior parte das atividades que faz durante o dia.

Essa síndrome é congênita, ou seja, é passada de geração para geração, e é apontada como uma falha das células em suas funções, e algo que não pode ser portanto curado, mas sim tratado da melhor maneira.

Como é fruto de um gene recessivo, não necessariamente os pais possuem a síndrome, mas ao ser fecundado, o embrião pode carregar a falha genética e então desenvolver a síndrome de Wolfram.

A perda da audição portanto é somente um ponto que pode ser apresentado pela síndrome que precisa de um diagnóstico diferencial, para que realmente possa indicar que é a doença e isso vai determinar o seu tratamento no fim das contas.

Estar atento aos sinais é um bom começo, e a procura por um médico deve ser imediata, já que as doenças que também possuem ações semelhantes são tão graves quanto, e devem ser diagnosticadas o mais rápido possível.

Casos observados

Os casos observados dão conta de algumas perdas de funções básicas ainda na infância, o que aumenta ainda mais a importância de se fazer o diagnóstico e por consequência o tratamento indicado.

Se observa o início com a ocorrência de diabetes mellitus tipo I, sem que nenhum anticorpo seja localizado, acompanhado de uma atrofia no nervo óptico, e que vai se agravando com o passar do tempo.

A perda da audição é observada posteriormente e de forma gradativa, geralmente relacionada a frequências mais baixas, o que é também um ponto que precisa de toda e qualquer atenção.

Caso não seja tratada, a síndrome de Wolfram vai avançando e trazendo dificuldades para urinar e até a ocorrência de demências ou convulsões constantes, o que já é o seu quadro mais agudo.

Avançando o paciente pode encontrar dificuldades respiratórias e até vir a óbito por insuficiência ou pneumonia, sendo em um período muito mais longo até que se chegue a este ponto.

É importante que o tratamento seja indicado e o diagnóstico feito nos primeiros sintomas, para que você consiga ter uma boa evolução do quadro e possa também ter o cuidado com sua rotina, de maneira geral.

Relação da Síndrome de Wolfram com a perda da audição

Como já dito, sendo a síndrome uma doença neurodegenerativa, a audição também é o seu foco, já que ela vai afetar a área do cérebro responsável por esta parte, e compromete de forma significativa a sua ação.

A perda da audição é observada geralmente entre a primeira e a segunda década de vida, junto com a perda da visão periférica, tendo diminuições consideráveis que impedem uma vida normal em sociedade.

Isso porque as chances de que acidentes graves aconteçam são grandes, justamente por perder a noção de espaço e a percepção auditiva de onde se está e principalmente de avisos que são fundamentais para evitar algo pior.

Cuidados com o ouvido também são muito bem vindos, já que você pode evitar que o problema em si se agrave, e a perda da audição se acentue, tendo em vista que são pontos muito passíveis de observação.

O bom cuidado pode evitar que a doença avance de maneira rápida, e isso é suficiente para que você possa pensar e traçar novas rotinas e consiga então, evitar novos problemas auditivos em curto prazo.

Com esse tipo de ação você pode até dar início a alguns dos tratamentos que são indicados para o cuidado com a doença e com sua vida de maneira geral, garantindo que a mesma possa seguir normalmente.

Tratamentos indicados

Os tratamentos para a síndrome de Wolfram não permitem a cura, mas podem fazer com que a sua vida siga normalmente, já que também é um tipo de tratamento sintomático, que vai atender ao sintoma específico que você está apresentando.

O cuidado com o ouvido já pode ser também uma indicação interessante, evitando exposição a ruídos muito altos e principalmente cuidando para que objetos não perfurem o ouvido.

Vale lembrar que quanto mais cedo o diagnóstico é feito, maiores são as chances de conseguir minimizar e até frear o avanço da doença.

Dessa maneira você consegue dar o melhor tratamento para a doença e pode retomar suas atividades, sempre com cuidado e respeitando seus próprios limites.