Aparelho auditivo: Paciente fala sobre adaptação
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“Se era estranho usar aparelho auditivo, agora é estranho ficar sem”

Após passar parte da infância e da adolescência sem escutar com o ouvido direito, a estudante de História Paula Sposito Almeida, de 23 anos, se surpreendeu ao descobrir, anos depois, que um aparelho auditivo poderia ajudá-la a recuperar esta audição.

Filha de pais muito carinhosos, dedicados e zelosos, Paula passou a infância sendo cuidada pela mãe e brincando em casa normalmente com os irmãos. Aos seis anos, quando foi à escola pela primeira vez, pegou caxumba de uma das colegas de classe. Na ocasião, ninguém percebeu, mas a doença, que pode ser muito comum para crianças, afetou seriamente o ouvido direito da estudante.

Quando os pais finalmente perceberam que ela não escutava bem, levaram-na a vários otorrinolaringologistas. Mas naquela época não encontraram boas perspectivas: só ouviam que não existia um aparelho auditivo capaz de melhorar a perda auditiva de Paula.

Perda auditiva trouxe muitos obstáculos

Muito dedicada aos estudos, Paula conta que a perda auditiva dificultou – e muito –  seu processo de aprendizagem. Na escola sempre se distraía durante as aulas porque não conseguia compreender o que os professores diziam. Toda essa dificuldade, sem dúvida, se refletiu no vestibular: precisou correr atrás do prejuízo em um cursinho para passar no vestibular concorrido da Unesp. Mesmo assim, a estudante nunca pensou em desistir: sempre se esforçou ao máximo para driblar esses obstáculos e chegar a seus objetivos.

Surpresa na audiometria

Há alguns anos, já adulta, Paula decidiu fazer outra audiometria. “Vai que, sei lá, a tecnologia… fez um aparelho que acontece alguma coisa”, pensou.

Na cabine do exame, teve uma enorme surpresa. O ouvido que, antes parecia morto, identificou algumas frequências sonoras. Paula conta que se sentiu como aquelas crianças – muito populares em vídeos que circulam pela internet – com perda auditiva que ouvem pela primeira vez. Ficou muito surpresa e emocionada!

Aparelho auditivo: sinônimo de uma nova vida

Com o aparelho auditivo, Paula começou a perceber muitas coisas, de uma porta batendo até alguém chamando. Como é bom não ter mais que virar totalmente a cabeça para ouvir com o ouvido esquerdo! E nas aulas não precisa mais ficar se esforçando para fazer leitura labial com os professores. Também tem ensaiado usar o aparelho para pedalar – ela adora andar de bike!

Em poucos meses, já se adaptou tão bem com o aparelho auditivo que tem achado muito estranho ficar sem ele. Inclusive já teve que voltar algumas vezes à Direito de Ouvir para aumentar “o som” de sua prótese.

Como é voltar a ouvir? Paula explica com uma analogia bem interessante: é como se você ganhasse o movimento de um membro que estava paralisado. É muito especial sentir que não falta mais nada. Realmente, ouvir não tem preço!

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