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Nove entre dez fonoaudiólogos chegam à universidade com o objetivo de trabalhar com terapias relacionadas com a fala e motricidade oral. Mas, muitas vezes, acabam desmotivados com a alta competitividade e a baixa lucratividade deste campo da Fonoaudiologia.  A boa notícia é que a satisfação pessoal e profissional de muitos fonoaudiólogos pode estar na Audiologia.  Esqueça a fama de impessoal e distante: a Audiologia pode ser um caminho e tanto para quem quer crescer na profissão. Para se ter ideia, o mercado de adaptação de aparelhos auditivos é um dos que mais cresce no país. Por isso, ser uma parceira credenciada de uma empresa como a Direito de Ouvir tem muitas vantagens. Quer saber mais? Confira:

Suporte completo

A Direito de Ouvir oferece todo o respaldo para os profissionais de sua rede credenciada. Não é preciso ter experiência em Audiologia: os credenciados passam por um treinamento online e têm à sua disposição um suporte técnico que auxilia a fazer a adaptação dos aparelhos. Os fonoaudiólogos da Direito de Ouvir ainda contam com apoio comercial e financeiro, do marketing.

Envio de pacientes

A Direito de Ouvir capta pacientes nacionalmente e os encaminha para sua rede credenciada. As consultas são agendadas por secretárias do SAT (Serviço de Atendimento Telefônico), de acordo com a disponibilidade da agenda de seus especialistas.

Sem necessidade de ter CNPJ e estoque

Para se tornar um parceiro da Direito de Ouvir, o fonoaudiólogo não precisa ter CNPJ e nem adquirir aparelhos para montar um estoque. Ele recebe as próteses de acordo com a demanda de seus pacientes que são encaminhados pela própria empresa.

Mercado em expansão

O mercado de aparelhos auditivos parece ser imune às crise. Historicamente ele nunca cresceu menos que 10% – foi assim na crise de 2008, por exemplo. E em 2015, este segmento registrou um crescimento de mais de 20%. Isso acontece porque, com maior longevidade, autonomia, qualidade de vida e independência financeira, a terceira idade está se tornando a grande força do mercado de consumo – na contramão da velha noção de que o Brasil é um país de jovens. Estima-se que 65% da população acima de 60 anos necessite de um aparelho auditivo. No Brasil, a proporção de pessoas com mais de 60 anos, que era de aproximadamente 4% em 1950, passou para mais de 14% em 2010. Em 2020, esse número deverá ultrapassar os 18%, representando 38 milhões de pessoas. Ou seja, este é um mercado de futuro! E a Direito de Ouvir é a prova disso. Só no primeiro semestre de 2016, as vendas da empresa cresceram cerca de 85%.

Alta tecnologia em aparelhos auditivos

Muitos fonoaudiólogos torcem o nariz para a adaptação de aparelhos por achar que é um tanto impessoal. Mas basta conhecer melhor o dia a dia de um audiologista para compreender o quanto o processo de adaptação é humanizado. O especialista precisa entender o perfil do paciente para indicar o aparelho certo para ele e precisa acompanhar de perto o processo de adaptação – afinal a reabilitação auditiva exige dedicação e paciência. Mas o prazer de ver a alegria de um paciente se emocionar ao escutar novamente não tem preço. Com aparelhos auditivos de última geração da marca dinamarquesa GN Resound, os pacientes da Direito de Ouvir ganham até em conectividade! Saiba mais sobre o futuro dos aparelhos auditivos.

Quer saber mais? Confira outras vantagens de fazer parte da rede credenciada Direito de Ouvir!

O que nossas fonoaudiólogas falam sobre a Direito de Ouvir? Confira aqui e aqui!