Categoria: Cura para Surdez.

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Uma pesquisa realizada na Universidade de McGill no Canadá, mostrou que a incidência de perda auditiva moderada é significantemente mais elevada em pessoas com diabetes.

Os pesquisadores focaram os estudos principalmente na relação entre diabetes do tipo 2 e a surdez. A diabetes tipo 2 é o tipo mais comum principalmente em pessoas acima de 40 anos no qual também aumentam o número de indivíduos com perda auditiva.

Nos Estados Unidos, por exemplo, nas últimas décadas o número de pacientes diabéticos, principalmente com a diabetes tipo 2, têm crescido consideravelmente alcançando mais de 21 milhões de diagnósticos.

Surdez e diabetes: resultado da pesquisa

De acordo com os estudos a incidência de surdez, que utiliza como parâmetros a perda de sons puros de mais de 25 dB(decibéis) foi mais elevada em pessoas com diabetes. Os dados variam de 44 a 69,7% para diabéticos comparado com 20 a 48% dos não diabéticos.

Surdez e diabetes: o tratamento

Estima-se que 90% dos pacientes diabéticos se enquadrem no tipo 2 da doença. Neste caso, a insulina é produzida pelas células beta pancreáticas,mas existe um quadro de resistência insulínica. Com isso, aumenta a produção de insulina para tentar manter a glicose em níveis normais. Quando isso não é mais possível, surge o diabetes, que pode ser reconhecido pelos sintomas – sede, aumento da diurese, dores nas pernas, alterações visuais e outros.

 

No tipo 1, as células do pâncreas são destruídas pelo próprio organismo – o que gera a necessidade da aplicação de insula.

Para prevenir a surdez e a diabetes, controlar a glicemia através de uma dieta equilibrada associada com a prática regular de atividade física tornam-se fundamentais. Em alguns casos a surdez somente é resolvida com o uso de aparelho auditivo.

Como identificar a perda auditiva?

A perda auditiva pode aumentar gradualmente, por isso, as pessoas podem demorar para percebê-la. O ideal é fazer exames auditivos anuais para que problemas possam ser detectados e tratados precocemente.

Algumas perguntas também podem ajudar a identificar o déficit auditivo. Por exemplo:

– Você tem dificuldade para entender conversas em grupo ou ambientes ruidosos?

– Precisa pedir para as pessoas repetirem o que dizem com frequência?

– Já respondeu uma pergunta sem entendê-la por vergonha de pedir que a pessoa repita?

– Tem a sensação de que ouve mas não entende o que as pessoas dizem?

– Precisa aumentar a televisão ou o rádio porque não costuma ouvir no mesmo volume que as outras pessoas?

Respondeu “sim” para a maioria das perguntas? Então há grandes de chances de estar com perda auditiva.

Quais os tipos de perda auditiva?

Os especialistas definem dois tipos de perda auditiva: a condutora, que pode ser corrigida, e a neurossensorial, considerada muito mais difícil de tratar.

A perda auditiva condutora pode acontecer, por exemplo, quando a cera de ouvido entope o conduto, impedindo que o som seja transmitido para o cérebro. Ferimentos no tímpano e infecções do ouvido médio são exemplos de situações que podem causar perda de audição condutora.

Já na perda neurossensorial há uma espécie de falha do nervo auditivo. Mesmo que o som atinja o ouvido interno, ele não são enviadas como impulsos para o cérebro. Eles podem ser causados por envelhecimento, infecções virais, barulhos muito altos, efeitos colaterais de medicamentos.Saiba mais sobre os tipos de perda auditiva aqui.

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