Se você fica exposto a altos níveis de decibéis por períodos de tempo prolongados, pode desenvolver uma doença auditiva grave. Aqui você encontra um guia rápido.
Há duas categorias de perda auditiva: condutora, que envolve anomalias na transmissão do som nos ouvidos médio e externo e neurossensorial, envolvendo o ouvido interno. Geralmente a perda condutora pode ser corrigida. Já a neurossensorial é muito mais difícil de tratar.
A perda auditiva condutora pode acontecer, por exemplo, quando o cerume impede os sons de chegarem ao ouvido interno, onde são transformados em impulsos nervosos elétricos transmitidos para o cérebro. Ferimentos no tímpano e infecções do ouvido médio também podem causar perda de audição condutora.
Na perda neurossensorial há falha do nervo auditivo. Portanto, mesmo que as vibrações sonoras atinjam o ouvido interno, elas não são enviadas como impulsos para o cérebro. Esse tipo de perda auditiva resulta em danos no nervo auditivo. Eles podem ser causados por envelhecimento, infecções virais, barulhos muito altos, efeitos colaterais de medicamentos, etc.
A surdez, isto é, a total ausência de audição, pode resultar tanto na perda condutora como da neurossensorial ou ainda de um misto de ambas. Sempre que suspeitar de perda auditiva, você precisa consultar um médico especialista em ouvido (otorrinolaringologista) capaz de identificar a causa ou as causas de sua origem.
A melhor maneira de lidar com a perda da audição é fazer tudo que puder para evitá-la. Se você já tem este problema, uma prótese auditiva pode ajudar.
Os aparelhos auditivos de hoje em dia têm tecnologia avançada. São muito mais suaves, menores e eficientes do que os aparelhos de antigamente. Há três tipos principais: os que ficam atrás da orelha, os que ficam na orelha e os que ficam dentro do canal. Cada um deles tem vantagens e desvantagens. O modelo que fica dentro do canal é o menor e, portanto, o menos visível. Entretanto, devido ao seu tamanho limitado ele não pode ter tantos conjuntos de circuitos e não é tão versátil em suas funções. Ele amplia todos os sons igualmente, em vez de poder ser programado para ampliar os sons seletivamente.
A eficiência dos aparelhos auditivos se resume a uns poucos fatores-chave. Primeiro, o médico deve prescrever o tipo de prótese certa para a pessoa. O usuário também precisa utilizá-lo adequadamente e comunicar suas necessidades claramente ao médico. Também é importante que a pessoa tenha expectativas realistas sobre o que um aparelho auditivo pode fazer. |