Aparelho Auditivo Aparelhos Auditivos Frederico e Andréa - Idealizadores da Direito de Ouvir

A Direito de Ouvir nasceu em novembro de 2007 para ser o maior programa privado de atenção a saúde auditiva do Brasil. Foi idealizado pela Fonoaudióloga Dra. Andréa Campos Varalta Abrahão e projetado pelo empresário Frederico Vaz Guimarães Abrahão.

Por meio de sua história de vida,  Frederico se mostra um empreendedor dinâmico e aberto ao novo. Empresário de visão, busca transformar as ideias em grandes negócios e que colher os frutos que planta.

Conheça a trajetória dos idealizadores

 

Frederico Abrahão

Aos 12 anos trabalhava entregando panfletos nos semáforos da cidade de Uberaba-MG. Aos 13, foi gandula no estádio de futebol e nos intervalos ainda vendia picolés e prestava serviço nos vestiários.

Com anseio de se tornar independente, montou aos 14 anos seu primeiro negócio: uma criação de galinhas caipiras – durante a semana ele vendia os ovos de porta em porta e aos finais de semana vendia os frangos na feira livre.

Aos 15 anos, já vendia aos seus amigos as novidades que encontrava nas viagens de férias, e, aos 17, se emancipou e montou em Franca-SP uma empresa de telecomunicações. A SERV-TEL foi uma das primeiras assistências técnicas em celulares do Brasil e, posteriormente, uma das maiores distribuidoras de cartão pré-pago do estado de São Paulo.

Aos 24 anos, após vender a SERV-TEL, ingressa na Faculdade de Direito, Fred se casou com a fonoaudióloga Andréa Campos Varalta Abrahão. Fred caminhou para a profissão da esposa no intuito de ajudá-la. Ingressou no ramo de aparelhos auditivos, montando a primeira assistência técnica da região. Enquanto ela adaptava o aparelho auditivo, ele era responsável pela manutenção. Em meados de 2002 houve uma tentativa, frustrada, de montar uma rede de clínicas. O planejamento não saiu como o esperado e o negócio deu prejuízo.

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A reviravolta para a  Direito de Ouvir ocorreu em 2007, com um processo de reengenharia da empresa com a ideia de montar uma rede gigantesca nos moldes de franquia, mas de forma inovadora.

Atualmente, Fred é CEO da Direito de Ouvir, empresa que assumiu em dois anos a liderança no ranking das maiores redes de aparelhos auditivos, sendo considerada uma das maiores redes especializadas em aparelhos auditivos do Brasil, com mais de 400 fonoaudiólogas credenciadas e uma rede de franquias no estado de São Paulo e em Goiânia.

Suas aspirações são de um verdadeiro empreendedor, pois ele é o grande responsável pelo contínuo fluxo de inovações e o grande responsável pelo crescimento da empresa. “Não buscamos ser líderes de mercado, mas sim, ser uma empresa completa, comprometida com a qualidade e ética. Chegar a liderança é uma consequência”, costuma dizer

Além de dividir com a esposa a paixão pelo negócio, o empresário ainda encontra tempo para se dedicar aos três filhos. E é através deste equilíbrio entre o profissional e o pessoal que ele se mantém incansável, sempre de olho nas tendências e novidades.

Andréa Varalta Abrahão

Sua história de vida dedicada a ajudar pessoas portadoras de deficiência auditiva faz com que a fonoaudióloga Andréa Campos Varalta Abrahão seja um grande exemplo de amor à profissão.

Natural de Uberaba-MG, conheceu Frederico no colégio Marista Diocesano onde estudaram juntos. No ano de 1997 eles se reencontraram em Franca-SP e deram desfecho a uma bela história de amor e companheirismo.

Focada em audiologia há 10 anos, Andréa atua no diagnóstico, tratamento e prevenção dos distúrbios da audição.

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Formada em Fonoaudiologia pela Universidade de Franca – Unifran – iniciou o trabalho com deficientes auditivos antes mesmo de concluir o curso de Fonoaudiologia, estagiando em um consultório particular. Logo que se formou assumiu sua própria clínica com a representação de uma empresa multinacional de aparelhos auditivos. Posteriormente iniciou o trabalho de atendimento no SUS, através do programa de Prótese Auditiva do Governo Federal.

O atendimento e a venda que promovia no particular lhe trazia bastante insatisfação, tendo em vista que em muitos casos havia plena necessidade do aparelho, mas em contra partida a total falta de condição financeira para adquiri-lo.

Em 2003, trabalhando no diagnóstico da perda auditiva com o intuito de acompanhar de perto e orientar melhor seus pacientes, percebeu durante os quatro primeiros anos da carreira algumas discrepâncias.

“Foram várias situações constrangedoras, dentre elas, o caso de um motorista que precisava do Aparelho Auditivo para renovar sua carteira de habilitação e não tinha condições para comprá-lo, além de casos de pessoas que faziam campanha em semáforos e balsas para conseguir comprar o aparelho auditivo”, explica.

A primeira paciente da Direito de Ouvir

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Sabendo que os preços praticados no mercado não se aproximavam em nada da realidade financeira dos brasileiros, que a doação do aparelho auditivo pelo Governo Federal era demorada e que muitos não podiam esperar, foi então que Andréa se dedicou ao estudo sobre a necessidade de atenção a saúde auditiva.

O caso que mais a comoveu e, por conseguinte lhe fez pensar nos caminhos para a solução do problema, foi o da senhora Maria do Rosário, que hoje faz parte da história do Direito de Ouvir, a primeira paciente beneficiada de muitos que já foram e que ainda serão atendidos. “Tornar possível o acesso de pacientes à saúde auditiva é a nossa proposta. A Direito de Ouvir tem experiência com o rigoroso conhecimento de mercado e sabe da necessidade de pacientes e da possibilidade que eles possuem”.