Categoria: Franchising.

 

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Nos dias 21 e 22 de setembro, a Direito de Ouvir participará da “Campinas Franchising Business”, importante feira de franquias que pretende levar a toda a região oportunidades de investimento em franquias.

A Direito de Ouvir Amplifon Brasil – varejista de aparelhos auditivos – é uma das marcas expositoras do evento com alta capilaridade, tendo representantes em todo o território nacional. Isso chamou a atenção da italiana Amplifon, maior franqueadora do mundo no segmento, que comprou 51% das operações da Direito de Ouvir e manteve, em sua direção, o franqueador brasileiro, Frederico Abrahão.

“A estratégia de crescimento da Amplifon, em todos os 22 países em que atua, é manter a operação local, que já conhece o mercado. Por isso, a empresa entra de sócia no negócio, trazendo um aporte de capital importante para o crescimento”, explica o empresário brasileiro.

A partir dessa sociedade, ocorrida em 2014, a Direito de Ouvir Amplifon Brasil ampliou sua estrutura para poder atender uma rede franqueada que, certamente, crescerá nos próximos anos. “Hoje, temos uma loja própria e quatro franqueadas e já estamos negociando com investidores para futuras aberturas”, comenta Abrahão.

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O mercado de aparelhos auditivos

A Direito de Ouvir Amplifon Brasil oferece os melhores e mais modernos aparelhos auditivos – bem como acessórios, pilhas e serviços de manutenção. O tamanho do mercado impressiona: atualmente são mais de 24 milhões de idosos no Brasil, o que corresponde a 13% da população. O potencial de consumo dessa faixa etária também é enorme: R$ 402 bilhões por ano.

“Este é um mercado que cresce a cada dia porque todos querem viver com mais qualidade de vida, especialmente os idosos”, diz o franqueador.

Negócios como a Direito de Ouvir são promissores. Um recente mapeamento de consumo feito com pessoas na faixa etária dos 60 anos, realizado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pelo portal de educação financeira “Meu Bolso Feliz”, em 27 capitais, mostrou que a cada cem consumidores da terceira idade (acima de 60 anos), 45 têm dificuldade para encontrar produtos e serviços adequados a sua faixa etária.

“Nas nossas lojas, a terceira idade é atendida por profissionais treinados para entender sua necessidade, fazer a melhor indicação de aparelho, acompanhar e motivar todo o processo de adaptação”, ilustra Abrahão. “Idoso não gosta de ser tratado como velho e gosta de ser ouvido. Nossa equipe ouve mais do que fala e por isso tem se diferenciado”, conclui.

Conheça mais sobre a Direito de Ouvir

Com o propósito de incluir pessoas com perda auditiva na sociedade, a Direito de Ouvir nasceu em Franca em 2007. O sucesso da empresa chamou a atenção da multinacional Amplifon, empresa com a qual se fundiu em 2014. Conheça a história da Direito de Ouvir.