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A Direito de Ouvir tem como papel auxiliar os deficientes auditivos a se reinserir na sociedade por meio dos aparelhos auditivos. Através do acompanhamento e a adaptação de seus pacientes a empresa que nasceu em Franca, mas faz parte da multinacional Amplifon, trabalha para que o resultado com o uso da prótese auditiva seja proporcionar as pessoas uma melhor qualidade de vida.

No vídeo abaixo, a fonoaudióloga Andrea Campos Abrahão, diretora técnica e uma das fundadoras da Direito de Ouvir, fala sobre a importância de ajudar os pacientes na busca pela recuperação da sua audição e na adaptação com aparelho auditivo, afastando preconceitos e doenças.

Quer saber mais sobre a trajetória da fonoaudióloga?

O interesse de Andréa pelos deficientes auditivos surgiu antes mesmo de concluir o curso de Fonoaudiologia, na Universidade de Franca (SP). Durante este período, ela estagiava em um consultório particular e ficava abalada com a situação dos pacientes que não tinham condições financeiras para adquirir um aparelho auditivo.

“Depois que me formei e assumi minha própria clínica, passei a representar uma empresa multinacional de aparelhos auditivos e, paralelamente, iniciei o trabalho de atendimento no SUS, através do programa de Prótese Auditiva do Governo Federal. Mas minha indignação só crescia. Foi aí que eu e meu marido, Frederico Abrahão, pensamos em criar a Direito de Ouvir. A possibilidade de devolver a audição a uma pessoa em um piscar de olhos foi apaixonante”, conta.

Em 2000, um programa de doação de próteses auditivas foi aberto em Franca. Andréa se credenciou como empresa prestadora de serviço – mas foi necessária a contratação de uma profissional para adaptar os aparelhos, já que ela ainda não havia concluído o curso de Fonoaudiologia. “Enquanto atendia a população. diante da longa fila de espera, vi a oportunidade de negócio”, conta. Saiba mais sobre a trajetória dela aqui.

Sobre a Direito de Ouvir

Fundada em 2007 por Andréa e o marido Frederico, hoje CEO da Direito de Ouvir, a empresa segue com a missão de justamente reintegrar pessoas com perda auditiva à sociedade. Desde 2014, o empreendimento francano faz parte do grupo multinacional Amplifon. Nascido na Itália, esta gigante em soluções auditivas está presente em 22 países de todo o mundo.

Atualmente a Direito de Ouvir está sediada em Franca – onde tem uma segunda unidade, tem franquias em Ribeirão Preto, São Carlos, Piracicaba, Diadema e Goiânia e fonoaudiólogas credenciadas em todo o país.

Desde sua criação, a Direito de Ouvir já contribuiu para a reabilitação auditiva de mais de 15 mil pessoas em todo o Brasil. O sucesso tem se refletivo em números de crescimento. Só em 2015, as franquias da empresa registraram um crescimento de 35%. Para 2016, a previsão segue positiva, atingindo  40%. Saiba mais!

Raio-x da franquia

Ficha técnica

Ano de fundação: 2007 / Início do franchising: 2013

Número de unidades próprias:1

Número de franquias:6

Investimento inicial total: R$ 135 mil

Taxa de publicidade: 3%

Área mínima: 75 m2

Nº de funcionários: Dois por unidade

Faturamento médio mensal: R$ 50 mil