jean-alesi-weiss

Antes de usar o aparelho auditivo, tudo estava se tornando muito difícil para mim. As pessoas falavam comigo e eu praticamente pedia para repetir duas, três vezes. Principalmente no meu trabalho, as pessoas me chamavam gritando ou pediam para me chamar. Ficava muito difícil. Mas depois que eu comecei a usar aparelho auditivo da Direito de Ouvir, tudo mudou. Agora as pessoas aprenderam a falar um pouco mais baixo comigo porque eu estou ouvindo muito bem. Ouço os carros andando na rua, ouço as pessoas falando no fundo da sala, ouço até a caixa de água enchendo. Não posso jamais reclamar. Depois que eu comecei a usar o aparelho auditivo, foi para mim um sucesso. Não posso dizer assim que não me ajudou, que não melhorou…Melhorou demais da conta. Então para as pessoas que acham que não vai ajudar, que não vai melhorar… Façam o teste de uma semana, as pessoas já vão ver que ajuda. Estou ouvindo meu filhinho de dois aninhos falar. Antes ele gritava: “Pai, pai, pai…” umas dez vezes eu e não ouvia. Hoje ele me chama uma única vez e eu já ouço. Foi um sucesso na minha vida. Eu queria agradecer toda a equipe da Direito de Ouvir. A fono Renata [Françoia], que tem me dado muita força. Porque eu não queria usar esse aparelho, mas me ajudou muito. Então queria agradecer a todos.

Jean Alesi Weiss/ Itapema (SC)
wedna-paciente-do-goiania

Procurei a Direito de Ouvir através de uma amiga, que já usava aparelho. Eu me tornei deficiente auditiva depois que eu tive um aneurisma cerebral e só então eu descobri como era ser um deficiente auditivo. Sou professora de educação física, tenho especialidade em Nutrição e depois de ter amparado tantas pessoas, eu me tornei uma deficiente. Fiquei muito preocupada comigo mesma, minha família me apoiou muito. A minha amiga me indicou a Direito de Ouvir: entrei no site, fiz o cadastro, a Direito de Ouvir me telefonou e eu vim até a clínica. Fui muito bem recepcionada, tive um atendimento de excelência. Depois deste atendimento, fiz um molde do aparelho, comecei a usar para fazer um teste… Logo meu aparelho chegou! Estou extremamente feliz com o aparelho, ouço na maior qualidade, o som é de primeiríssima. Hoje todo mundo me ouve, não tenho que falar muito alto. Falo e todos me entendem e eu entendo tudo o que me falam. Antes eu sofria muito porque não conseguia que as pessoas me entendessem e nem tão pouco eu conseguia ouvir. Também sou cantora e não conseguia cantar mais, era uma dificuldade enorme. Hoje já voltei a cantar e isso me alegra muito!

Wedna Oliveira Lima Frizzera/ Goiânia (GO)
sandra-pontes-paciente-direito-de-ouvir

Meu nome é Sandra e eu não ouvia com os dois ouvidos há muito tempo. Pela internet eu achei a Direito de Ouvir. Às vezes a gente não acredita nas coisas que vê pela internet, mas eu vim aqui [na clínica do Rio de Janeiro], fiquei satisfeita pelo atendimento, de ver que vocês [os profissionais da empresa] são interessados, que procuram a gente pelo telefone.

Há uma semana que eu estou usando o aparelho e posso dizer que estou vivendo de novo! Porque eu não ouvia direito, não ouvia nada…E agora eu estou descobrindo os sons. Eu estou ainda na fase de estar descobrindo, qualquer coisa para mim é novidade e eu estou muito satisfeita por tudo. Tanto por estar ouvindo, pelo atendimento de vocês e eu nem sei o que posso falar…

Porque é uma alegria muito grande tanto para mim quanto para a minha família, para os amigos. Todo mundo via a minha luta, eu querer ouvir e não poder. Às vezes eu até me retraía porque a gente quer estar no meio das pessoas e não consegue ouvir todo mundo. Tem que ficar ouvindo um, ouvindo o outro. E agora não, eu estou outra pessoa! Posso dizer que sou outra pessoa! E estou muito feliz com isso!

 

Sandra Pontes/ Rio de Janeiro (RJ)
elika-takimoto

Tantas vezes entramos nas redes sociais para reclamar de algum serviço, mas quando há algo que tenha dado muito certo, penso que também devemos compartilhar.

Há dez anos eu tenho indicação para usar próteses auditivas. Minha avó morreu surda, meu pai perdeu já um tanto da audição e eu infelizmente comecei muito cedo essa perda. O problema é genético, ladeira abaixo mesmo. Já chorei, já me desesperei e, de fato, isso de nada adiantou. Aliás, nada adianta. Só reencarnação, células tronco, quem sabe…

Procurei alguns lugares para fazer as próteses já com a audiometria em mãos. Lá pelos idos de 2003 parei em um local no centro da cidade especializados em próteses auditivas. Na época, o par de aparelhos para os ouvidos me custariam os olhos da cara. Um sentido pelo outro olha que ponto cheguei. Dezoito mil reais. Nove para cada zoreia. Procurei outras lojas. Muitas pela zona sul. O problema é que em todos os lugares em que fui me viam somente como um cifrão. Como se não me bastasse ter que lidar com a ideia de ser deficiente física, de encarar essa deficiência de frente, de ter que pagar muito para ter uma qualidade de vida melhor, tinha que lidar com o fato de não ser gente e sim um cartão de crédito. Faziam um terrorismo psicológico dizendo que se demorasse a decidir, mais cedo ficaria surda… Desisti de tudo, era demais para a minha cabecinha. Era deficiência demais para lidar…

Acontece que no final do ano passado, eu teria a Minha Defesa. E me apavorava o fato d´eu perder algo, algum comentário, d’ eu ser prejudicada não pela falta de conhecimento e sim devido à minha audição ruim. Cheguei à conclusão que teria que encarar o mercado negro e as pessoas com corações cabeludos. Comecei fazendo uma pesquisa pela internet e agendei em três lugares diferentes. A primeira foi feita pelo site Direito de Ouvir. O próprio site já é diferenciado dos demais. Agendada com facilidade uma consulta em Madureira (tem em vários pontos do Rio) lá fui eu com minha mãe e meus medos. Cancelei todos os outros agendamentos na primeira consulta.

A fonoaudióloga (Sheila) que me atendeu ficou comigo umas duas horas. Eu simplesmente não acreditava no que ouvia (estava ouvindo, ainda não estou surda). Eu poderia testar todos os aparelhos que quisesse, poderia ficar com cada par por sete dias e se no final não quisesse comprar nenhum? tudo bem. Seria feito o que eu decidisse. As próteses são, de fato, caras. As mais baratas, aquelas em que parece uma banana pendurada na orelha, custam em torno de mil reais.

Quando coloquei as primeiras próteses de seis mil cada uma (demoraram umas duas semanas desde a primeira consulta para elas virem de SP) foi como cair do alto de um barranco. Não é como colocar óculos. Passamos a ouvir tudo microfonado, nenhum som é natural, tudo amplificado da mesma forma, enfim, uma desgraça. E o pior! Era uma das melhores! Fui para a rua, conforme Sheila me orientou para ver como me sentia, e voltei em menos de dez minutos em prantos. Desolada. Gastaria uma bufunfa e ouviria a todos como se estivessem saindo de dentro de um rádio! Que droga que droga que droga…

Sheila me acalmou, me disse que era uma questão de adaptação e que eu não tinha que decidir nada naquela hora, que eram as primeiras próteses, que eu poderia testar todas que quisesse, que a vida era bela e que tudo se ajeitaria da melhor forma para mim. Acabei testando mais duas até que me decidi pelas que tenho hoje que são as internas. As externas não deram certo porque também sou míope e uso óculos. Era pouca orelha para tanto defeito…

Não foram baratas, mas o pagamento foi muito facilitado. A única consulta que paguei com a fono foi a primeira, cinquenta reais. O resto fazia parte do jogo quer eu ficasse ou não com alguma prótese. Enfim, fui tratada desde o primeiro contato como um ser humano. Como gente. E não como uma carteira. Presenciei vários outros pacientes sendo atendidos com a mesma atenção, com o mesmo cuidado e dedicação.

Enfim, agora sou enquadrada pela lei brasileira como deficiente física. Não me envergonho por isso. Sei que as próteses podem frear a minha perda, mas ela vai aumentar sempre. Sei que mesmo com elas, meu ouvido nunca será como antes. Mas não tenho do que lamentar. Hoje, na última revisão, eu e Sheila lembramos do primeiro dia em que eu voltei da rua e mal conseguia falar de tanto que chorava. Refletimos o quanto os nossos pensamentos podem dificultar muita coisa e a importância do respeito, de um carinho, de uma amizade no processo de adaptação a uma nova vida.

Despedimo-nos com um forte abraço. A postagem de hoje é para aqueles que têm o mesmo problema (auditivo) que o meu (e sei que não são poucos) e estão sofrendo por aí nesse mundo mundo vasto mundo comercial sem necessidade. Há esperança. Há muito amor ao próximo ainda nesse planeta!

Em tempo, a tese foi defendida com louvor e entendi cada vírgula colocada pela banca com os meus ouvidos supersônicos. Não fico mais insegura em congressos e em reuniões.

E para aqueles que lidam diretamente comigo, saibam que só uso minhas próteses em ambientes fechados onde geralmente há pessoas falando baixo. Em sala de aula, as vezes. Ainda estou me adaptando ao barulho saudável amplificado (já naturalmente) que os alunos fazem. Se a minha deficiência estiver, de alguma forma, dificultando a nossa conversa, sinalize. Elas sempre estão na minha bolsa, mas ainda não consigo ficar direto com elas, ok?

É isso. Sigamos em frente.

 

Elika Takimoto/ Rio de Janeiro (RJ)
Aparelho auditivo Aparelhos auditivos Depoimento Sergio

Foi uma mudança da ‘água pro vinho’, pois, se até então minha acuidade auditiva estava prejudicada, hoje pode assegurar que os aparelhos de alta tecnologia que obtive na rede de Clínicas ‘Direito de Ouvir’ que me atendeu e continua me atendendo com presteza ímpar, me devolveram a alegria de poder ouvir sons que de há muito tempo fiquei privado.

Sérgio de Souza Gomes / Jaú-SP
Aparelho auditivo Aparelhos auditivos Depoimento Dezita

A Direito de Ouvir é maravilhosa, aqui sou sempre bem atendida. Compro sempre minhas pilhas aqui porque são as mais baratas, e os aparelhos auditivos que compro aqui também sempre têm os melhores preços. Quando conheço alguém que precisa de aparelhos auditivos, rapidamente recomendo a Direito de Ouvir, porque sei que a pessoa vai ficar satisfeita. E quanto a Dra. Rafaela, gosto muito dela, só tenho elogios

Dezita Costa de Oliveira / Rio Branco-AC
Aparelho auditivo Aparelhos auditivos Depoimento Lucimara

É a 3º vez que venho na Direito de Ouvir para continuar a adaptação do aparelho que comprei. Ele é ótimo, muito potente. Eu sou surda de nascença e hoje até assusto, escuto o barulho da água caindo na caixa! Não fico sem meu aparelho, sei que é uma vitória poder ouvir. É muito ruim quando você vê que a pessoa está falando, mas não entende o que ela fala, por isso eu falo pra todo mundo, a gente não é nada sem o aparelho!

Eu usava um que eu tinha comprado em outro lugar, era bom, mas as pessoas de lá não me explicaram sobre limpeza, manutenção eu só comprava pilha quando precisava. Mas aqui na Direito de Ouvir é diferente, a Dra. Andrea me explicou direitinho quando eu tenho que fazer manutenção, como tem que limpar, tudo o que eu tenho que fazer, o que devo e o que não devo fazer. Tô muito satisfeita!

Lucimara Fernandes da Silva / Franca-SP
Aparelho auditivo Aparelhos auditivos Depoimento Ivanildo

O motivo do meu depoimento é muito simples, sou muito grato a Deus por poder contar isto aqui, sou grato também a Direito de Ouvir, pois passou a fazer parte da minha vida, de alguma forma me sinto parte dessa família, a família Direito de Ouvir, parece um tanto estranho não é? Se tratando de alguém que não os conhece a não ser o que se sabe pela internet, o que não exclui a vontade que tenho de abraçá-los…

Sempre tive problemas de audição, desde a minha infância nunca ouvi bem, mas o tempo foi passando e com isso fui aprendendo a fazer leitura labial, mesmo assim era muito difícil compreender o que as pessoas falavam, eu tinha que ficar o tempo todo me esforçando para olhar a boca delas enquanto falavam. Me diziam que eu precisava ir a um especialista para ver o que estava acontecendo, pois elas achavam que eu estava ficando surdo, inclusive minha esposa reclamava muito porque ela percebia que eu não estava ouvindo bem. Eu não acreditava muito porque eu me comunicava bem com todos. Quando procurei um especialista, depois de vários exames me foi dito que eu estava ficando surdo e que em quatro ou cinco anos eu poderia não ouvir mais nada, me disseram que a solução para o meu problema viria com o uso de aparelhos aditivos. Fiz alguns orçamentos e cheguei a pensar que teria que ficar surdo mesmo porque eram muito caros, mas um amigo me falou de uma propaganda que viu na TV, sobre a Direito de Ouvir, fiquei interessado e pensei, eu tenho direito de ouvir.

Quando coloquei os aparelhos na sala da Dra. Mariana, a impressão que tive era que alguém havia soltado uma bomba próximo dali, todo aquele barulho foi me invadindo, eu pude ouvir coisas que eu não ouvia, o cantar dos pássaros um pouco mais distante, o barulho que faz os calçados das pessoas quando andam, e muitas outras coisas que eu não percebia. A sensação que tive era como se eu tivesse feito uma grande descoberta, inacreditável… Isso chegou a ser emocionante para mim. Confesso que sai chorando de emoção, parece ridículo, mas foi exatamente o que aconteceu, agradeci a Deus e orei pela Dra., para que Deus continue fazendo dela esse instrumento para ajudar as pessoas a ouvir melhor. Enfim fiquei ainda mais emocionado quando fui à praia, antes eu não ouvia o barulho das ondas e isso foi demais. Cheguei a pensar que o mundo era muito calmo, não é… Agora já estou bem acostumado, só é bem ruim quando fico sem os aparelhos. Só queria compartilhar algo bom que aconteceu comigo, lembrando que isso só foi possível por causa profissionalismo e confiança da Dra. Mariana.

Ivanildo da Conceição Eugênio / São Luís-MA