Categoria: Imprensa, Perda Auditiva.

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Estima-se que 5% da população brasileira possua deficiência auditiva. Na semana em que é comemorado o Dia Nacional do Surdo e do Deficiente Auditivo, a Direito de Ouvir Amplifon faz um alerta: é fundamental buscar ajuda assim que a perda auditiva for constatada!

No Brasil, 9,7 milhões de pessoas – de acordo com o último censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, em 2010 – têm algum grau de perda auditiva. Deste total, cerca de 2 milhões possuem deficiência auditiva severa (1,7 milhões têm grande dificuldade para ouvir e 344,2 mil são surdos), e 7,5 milhões apresentam alguma dificuldade auditiva. No que se refere à idade, cerca de 1 milhão de deficientes auditivos são crianças e jovens até 19 anos.

De acordo com a fonoaudióloga Andrea Campos Varalta Abrahão, diretora técnica da Direito de Ouvir, os problemas auditivos podem ter causas congênitas, ser adquiridos pela superexposição a ruídos ou mesmo surgir em decorrência do avanço da idade. “Se olharmos os dados do IBGE, as pessoas surdas, ou seja, que não têm capacidade de ouvir representam um índice bem menor do que aquelas que têm perda auditiva. E este problema pode ser resolvido com o uso do aparelho auditivo”, reforça.

Observando os sinais – Mas quais são os sinais que mostram que a pessoa não está ouvindo adequadamente? Andrea explica: “Dificuldade de ouvir e compreender conversas individuais e em grupos; de falar ao telefone e acompanhar conversas com ruído de fundo; ouvir música ou TV em um volume mais elevado do que outras pessoas; pedir para repetir com frequência o que lhe é falado e não conseguir em identificar de onde os sons estão vindo são indícios fortes”, ilustra. “Se o otorrino confirmar a perda e indicar o aparelho auditivo, é preciso ser ágil: quanto mais cedo adotar o aparelho, menos o cérebro se ‘esquece’ dos sons e a adaptação é mais fácil”.

Os benefícios dos aparelhos auditivos são diversos e agem diretamente no bem-estar e autoestima de quem os usa. “Com ele, a pessoa redescobre o prazer de encontrar os amigos e familiares, sente-se mais confiante no trabalho e passa a melhor aproveitar os momentos de lazer”, observa a fonoaudióloga da Direito de Ouvir.

Na maioria das vezes, a adaptação ao aparelho auditivo requer paciência, pois com o uso das próteses o paciente começará a captar sons que antes não ouvia. Andrea explica que pode levar algum tempo para que o cérebro comece a reconhecer estes sons de forma amplificada. “Durante o processo de adaptação, é fundamental a realização de ajustes no dispositivo. Além disso, esta etapa também requer o apoio e a persistência familiar”, ensina. “Ações simples, como falar de frente para o paciente, não colocar a mão sobre o rosto e não falar rápido e alto ajudam muito nesta fase”.

Vale ressaltar que, atualmente, a tecnologia e a qualidade dos aparelhos são excelentes. Há opções dos mais variados tipos e preços. A Direito de Ouvir Amplifon vem transformando a vida de muitas pessoas com perda auditiva por facilitar o acesso da população a aparelhos auditivos em mais de 300 cidades brasileiras.

Quer saber como anda a sua audição? Faça o nosso teste auditivo!