Categoria: Prevenção da Perda Auditiva.

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Chegar aos 60, 70 anos bem e ultrapassar os 80 com saúde e qualidade de vida é uma situação cada vez mais comum nos dias de hoje. A pirâmide etária mudou, tanto no Brasil quanto em grande parte do mundo. As pessoas se casam mais tarde e têm menos filhos. Em paralelo, a prevenção e o avanço da ciência contribuem para essa nova realidade da terceira idade.

Mas ter vida longa, com plenitude, depende muito de escolhas. Com a chegada dos 60 anos, as pessoas passam por mudanças fisiológicas, da mesma maneira que acontecem transformações das crianças que se tornam adolescentes e depois adultos. É o ritmo natural da vida, e ignorar essa realidade é uma irresponsabilidade, tanto do idoso quanto de sua família.

Os ossos e os músculos já não são mais tão firmes. As funções motoras, cognitivas, a visão e a audição não são mais as mesmas. É comum que o envelhecimento natural também prejudique a audição, causando a chamada presbiacusia.

Mudanças sociais na terceira idade

A família também mudou. Elas eram numerosas e, quando adultos, os filhos cuidavam dos pais. Hoje, os adultos em idade produtiva não têm tempo para dar o cuidado de que seus pais e avós precisam. Esses, que agora são idosos e têm limitações, não conseguem acompanhar o ritmo frenético que a sociedade impõe aos seus filhos e netos.

Diante desse turbilhão, a família se depara com o idoso sozinho, sem participação ativa e isolado. A depressão e o risco de uma queda ou diversas patologias são grandes – ainda mais se a pessoa tiver perda auditiva, e a família percebe que precisa tomar uma atitude. Estar presente na vida do idoso, motiva-lo a querer uma vida sadia, e com qualidade é fundamental. Mostrar para eles, que todos estão a sua disposição e que importa não é ter uma vida longa, mas uma vida boa.

É aí, por exemplo, que entra a perda auditiva. Muitas pessoas chegam à terceira idade com problemas de audição, mas por vergonha ou preconceito, demoram para buscar ajuda. É importante que a família facilite esse processo e estimule o idoso a buscar tratamento para a perda auditiva. Com a ajuda de aparelhos auditivos, por exemplo, ele pode resgatar sua qualidade de vida e seguir fazendo o que mais gosta, sem precisar se isolar socialmente.

Perda auditiva aumenta com a expectativa de vida

Os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2010 revelam que a perda auditiva já atinge mais de 10 milhões de brasileiros, e entre 1980 e 2010 houve um salto nos anos de vida da população, o que pode ser um indicador de aumento de problemas auditivos, ao se considerar que a perda auditiva mais comum é a presbiacusia.

De olho nisso, a Direito de Ouvir surgiu principalmente com o intuito de proporcionar atenção, carinho e suporte aos deficientes auditivos. Parte do grupo Amplifon, a empresa oferece qualidade de vida e a reintegração destas pessoas na sociedade. Pessoas com perdas auditivas têm mais chance de sofrer de males como Alzheimer e depressão. Com o aparelho auditivo, elas se afastam destas doenças e recobram o prazer de viver. Saiba mais!

Sinais da perda auditiva

  • Quando a pessoa passa a não entender direito o que é falado ao telefone ou em locais mais barulhentos.
  • Quando ela passa a achar que o tom de voz normal é um sussurro
  • Se ela têm necessidade de aumentar muito o som da TV ou do rádio para conseguir entender as coisas que estão sendo apresentadas
  • Se ela não entende o que as pessoas dizem e, por vergonha, acaba dando respostas erradas às perguntas
  • Quando ela pede com frequência para que as pessoas repitam o que disseram
  • Se ela não consegue ouvir sons que todas as outras pessoas da casa ouvem
  • Quando a pessoa percebe o surgimento de zumbido no ouvido
  • Se a pessoa começa a se isolar porque tem dificuldade para entender o que os outros dizem
  • Quando a pessoa ouve mas não entende o que as pessoas falam

Quer saber como está a sua saúde auditiva? Faça o nosso Teste Auditivo Online!

 

Baseado em: www.wp.clicrbs.com.br